domingo, 30 de setembro de 2018

Olimpíada de Matemática do Cone Sul destaca Ufal internacionalmente




Competição realizada em Alagoas envolveu equipe de nove alunos de escolas públicas e particulares
Por: Diana Monteiro - jornalista - 21/09/2018 às 11h00 - Atualizado em 21/09/2018 às 11h05
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Professores da Ufal participaram da organização do evento
A cidade de Maceió e o município de Barra de São Miguel sediaram a edição 2018 da Olimpíada do Cone Sul, uma competição internacional com a participação de representantes da Argentina, Bolívia, Chile, Equador, Paraguai e Uruguai. O evento envolveu uma equipe de professores do Instituto de Matemática (IM) da Universidade Federal de Alagoas, teve como presidente do comitê organizador o professor Krerley Oliveira e contou com a participação de nove alunos das redes de ensino pública e privada.
Os participantes formaram duas equipes das seguintes escolas: Equipe Maceió, representada por um aluno do Colégio Anchieta e três alunos da Escola Municipal Pompeu Sarmento. Já a equipe denominada de Alagoas contou com um representante do Colégio Santa Úrsula, do SEB COC e do Instituto Federal de Alagoas (Ifal Campus Coruripe). Dois alunos da Escola Liege Gama, também de Coruripe, fizeram parte da equipe. 
Os professores Geraldo Ferreira, da Escola Municipal Pompeu Sarmento, de Maceió e Cristiane França, da Escola Estadual Misael Gonçalves Ferreira, da Barra de São Miguel foram os líderes das equipes na competição.
Os vice-líderes do concurso em Alagoas foram os estudantes Leo Marinho, do curso de Matemática(bacharelado) e Kevin Lacerda (estudante do Colégio Fantástico), respectivamente, medalhistas de ouro e prata na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep).
Criado em 1988 o concurso teve a primeira edição em Montevidéu (Uruguai) e este ano foi realizado pela 5ª vez no Brasil. O principal objetivo é proporcionar aos jovens uma oportunidade de demonstrar suas habilidades em matemática, além de servir como um marco para a troca de experiências, conhecimentos e contatos entre os países participantes para desenvolver programas de desenvolvimento cultural, científico e tecnológico.
Cada país é representado por quatro estudantes selecionados nas olimpíadas nacionais, um professor tutor e um chefe de delegação, chamados também de líderes das equipes.
“Além de colocar o Estado e a Ufal no cenário internacional de competições, principalmente como reveladora de talentos, a competição serve de estímulo para jovens seguirem uma carreira científica. Não sendo este o destino do aluno, no mínimo, se tornam excelentes profissionais no futuro”, enfatiza o professor Rafael Lucena, do IM, e um dos jurados do concurso ao destacar a importância de ter Alagoas como sede desta olimpíada.
Rafael pontua que além dos alunos convidados, o clima da competição estimula os jovens alagoanos a seguirem um treinamento regular para olimpíadas de matemática. “Os jovens aprendem como matemática é divertido e são estimulados a buscar uma carreira científica. Tudo isso foi de extrema importância para o Instituto de Matemática e para o Estado”, reforça.
Dinâmica da competição
As provas da competição transcorreram durante dois dias, 25 e 26 de agosto, onde em cada um era necessário resolver três problemas. Enquanto os alunos faziam a prova, na Barra de São Miguel, o júri elaborava as pautas de correção em Maceió.
“Após a realização das provas elas foram entregues para os líderes de cada equipe e cópias digitalizadas enviadas para o júri. Então, os líderes e o júri fizeram a correção de maneira independente. No terceiro dia o júri e os líderes se encontraram para coordenar os resultados”, explicou.
Ao destacar que vários docentes do IM estiveram envolvidos direta e indiretamente na olímpiada, além de Krerley Oliveira, Rafael Lucena citou a participação de Davi Lima, (que chefiou os guias de delegação) e José Carlos, também jurado da competição.
No resultado geral, o Brasil ficou em 2º lugar. Confira aqui. 

sábado, 29 de setembro de 2018

Expo Física UFAL 2018 tem participação de mais de 20 municípios de Alagoas.

Aconteceu nos dias 26 a 28 de setembro mais uma edição da Expo Física UFAL, contando com a participação em massa de várias escolas da capital e do interior, seja para visitação ou seja para apresentação.
A escola Fernandes Lima teve um feito inédito, levando duas equipes para apresentar os trabalhos que envolvem Física desenvolvidos na escola para a Exposição que ocorreu no Instituto de Física da UFAL. Foram levados 55 alunos para a visitação, uma equipe trabalhando Física com materiais de fácil acesso, como garrafas pet, palitos de churrasco, massa de modelar, lâmpadas, caixas, entre outros materiais e outra equipe trabalhando com robótica, onde foi apresentado um elevador e uma roda gigante sendo mostrado os conceitos físicos envolvendo esses equipamento que nos trazem grande utilidade para o nosso convívio.

Arleany Quitéria usando os alunos para explicar Física.

Franciele Nascimento explicando o Vórtex.

Gustavo Neri explanando sobre pêndulo e atrito.

Camila demonstrando o efeito da pressão em um objeto colocado dentro de uma garrafa.

Pedro Lucas mostrando o efeito da dilatação linear na lâmina bimetálica.

Alunos visitando a equipe, onde Rayane mostra as ligações dos resistores.

Chrislayne usando os alunos para demonstrar a propagação de ondas.

Professora Tereza (organizadora do evento) dando sua contribuição para os alunos.

E essa é a nossa equipe manhã da Escola Fernandes Lima.

Não poderia dar outra. Escola Fernandes Lima foi 1º lugar dentre a s equipes que apresentaram seus trabalhos na ExpoFísica UFAL.


Alunos do Colégio Anchieta em visita à equipe de Física da UFAL. Deformação do universo devido à influência de massa e tempo de um corpo.

Anna Beatriz sofrendo os efeitos da Física na Pele.

João Victor e Rafael com o elevador na robótica.

Eyschila e Pedro Lucas.

Cecília e Pricila demonstrando Física na roda gigante.


Alunos do Colégio Anchieta assistindo a palestra sobre música na Física.




Equipe tarde robótica, com o comando do professor Reno Gomes.

Não poderia dar outra. Escola Fernandes Lima em primeiro lugar na apresentação da tarde.



Parabéns a todos envolvidos no projeto.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Escola Fernandes Lima prepara alunos para OBMEP 2018

Alunos de todo o estado de Alagoas se reúnem na Escola Estadual Dr Fernandes Lima para um aulão visando a preparação para a OBMEP 2018.




A preparação contou com alunos das escolas estaduais de Maceió e de Tanque D'Arca, municipais de Maceió e Belém - AL e escolas particulares de Maceió e o IFAL - Campus Maceió.

Houve uma grande participação de alunos, num total de aproximadamente 120 alunos.

Professores da Escola Fernandes Lima, das escolas municpais de Maceió e particulares, bem como os alunos medalhistas de ouro e prata ministraram a preparação dos alunos que iriam fazer a prova da OBMEP no dia 15 de setembro.

Alunos do IFAL - Campus Maceió e Colégio Dinâmico.

 Professor Witenberg iniciando os trabalhos na preparação.
 Yan Nacif (Colégio Anchieta) e João Rafael (Santa Úrsula) - Medalha de Ouro OBMEP 2017.
Leonardo José (Fernandes Lima) Medalhista Canguru de Matemática 2018.

Victor Umbelino (Anchieta) - Medalhista Canguru de Matemática 2017 e 2018.


Getúlio Peplau (Fernandes Lima) explicando a importância do alongamento em uma prova.



Os alunos tiveram três refeições nesta maratona. A satisfação de vê-los felizes não tem preço.


Alunas da Escola Ana Coelho - Nycolle e Ketylin

Professores Antônio (Tanque D'Arca), Amorim (Belém) e Márcia (Ex-aluna).

Professor Caio César (Fernandes Lima)

Medalhistas de Ouro e Prata na OBMEP e medalhistas da Canguru de Matemática.

Escolas e institutos participantes:
Estadual:
FERNADES LIMA
ANA COELHO
MARIA DAS GRAÇAS
ROSA DE CASTRO FONSECA (TANQUE D'ARCA)
JOSEFA CONCEIÇÃO DA COSTA

Municipal:
POMPEU SARMENTO
ARÍZIO DE VASCONCELOS (BELÉM - AL)

Particular:
ANCHIETA
SANTA ÚRSULA
SANTÍSSIMA TRINDADE
DINÂMICO
FANTÁSTICO

Federal
IFAL - CAMPUS MACEIÓ
UFAL

http://www.tnh1.com.br/video/vid/estudantes-se-preparam-para-a-prova-da-olimpiada-brasileira-de-matematica/, acesso em 21 de setembro de 2018.

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Brasil sediará a 29ª Olimpíada de Matemática do Cone Sul






O Brasil será sede da 29ª edição da Olimpíada de Matemática do Cone Sul, entre os dias 22 e 29 de agosto de 2018, em Maceió (AL). Participarão países da sub-região integrada por Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai.
Os países serão representados por equipes de quatro estudantes, com no máximo 16 anos, além de dois professores líderes.

A competição tem como objetivo proporcionar oportunidade para os jovens demonstrarem suas habilidades em Matemática, além de possibilitar a troca de conhecimentos e reforçar os contatos interculturais no Ensino Médio.
O Brasil estará representado por quatro estudantes, todos vencedores da 39ª Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) de 2017 e dois professores líderes. Os representantes brasileiros realizaram no início de abril a prova da última seletiva para o torneio. Os nomes dos escolhidos serão divulgados em breve.
Para mais informações, visite o site da competição (http://conesul.impa.br)

Fonte: https://impa.br/page-noticias/brasil-sediara-a-29a-olimpiada-de-matematica-do-cone-sul/, acesso em 22 de agosto de 2018

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Lista dos classificados para a 2ª fase da OBMEP 2018 da Escola Fernandes Lima, Escola Pompeu Sarmento e do Colégio Anchieta

Saiu nesta segunda feira (13/08) a relação dos alunos classificados para a 2ª fase da OBMEP 2018 das Escolas Estadual Fernandes Lima, Municipal Pompeu Sarmento e do Colégio Anchieta.

Seguem os links para que vocês possam acompanhar os classificados.

http://www.obmep.org.br/classificadosAlunosFase2.DO?mecCode=27035948, acesso em 13 de agosto de 2018.

http://www.obmep.org.br/classificadosAlunosFase2.DO?mecCode=27036138, acesso em 13 de agosto de 2018.

http://www.obmep.org.br/classificadosAlunosFase2.DO?mecCode=27035018, acesso em 13 de agosto de 2018.

Boa prova a todos os aprovados para a segunda fase da OBMEP.

A relação completa de todos os alunos de Alagoas você pode encontrar em:
http://www.obmep.org.br/classificadosMunicipiosFase2.do?&stateId=AL, acesso em 13 de agosto de 2018.

A relação completa dos classificados na capital Maceió você encontra em:
http://www.obmep.org.br/classificadosEscolasFase2.DO?cityRegionCode=270301104302, acesso em 13 de agosto de 2018.

domingo, 12 de agosto de 2018

Escola de Coruripe - Alagoas Liege Gama conquista medalhas após projeto no contraturno

 Em 2017, escola de Coruripe (AL) ganhou 1 prata e 9 bronzes na OBMEP, o maior total da rede estadual e municipal


Coruripe, no sul de Alagoas, não faz muito deixou de ser considerado município de pequeno porte. São pouco mais de 50 mil habitantes, contabiliza o último Censo do IBGE. Para a professora Alexandrina Ferreira Gouveia, a cidade representava um desafio. Após oito anos em sala de aula e com alguma experiência em gestão escolar no povoado de Colônia Pindorama, ela pensou duas vezes antes de aceitar a transferência para a sede municipal, em uma unidade de ensino maior. Acabou topando o desafio. E lá se vão 20 anos.
“Deu certo. Quando a gente quer muito algo, consegue. Fiquei noites sem dormir para organizar tudo”, recorda Alexandrina, diretora da Escola Municipal Liege Gama Rocha, sobre a preparação para gerir uma escola movimentada, com dois segmentos do Ensino Fundamental, algo inédito para ela. São três turnos, com cerca de 1.800 alunos, do 1º ao 9º ano, e turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Nas últimas duas décadas, surgiram outros desafios para Alexandrina. Um deles diz respeito à OBMEP. Como diretora da Liege Gama Rocha, escola que aderiu à competição desde que foi criada pelo IMPA, em 2005, ela gostaria de ver os alunos entre os medalhistas, indo além das sete menções honrosas conquistadas durante nove anos de participação na olimpíada.
Em 2013, a diretora conversou sobre seu desejo com Antônio Gonçalves, professor de Matemática da instituição, que logo abraçou a ideia e aceitou ajudar, voluntariamente. Surgiu, assim, o Laboratório de Aprendizagem de Matemática, por meio do qual os alunos têm três horas de aula de reforço no contraturno, nos cinco dias da semana. Atualmente, cerca de 60 estudantes divididos em duas turmas participam do projeto.
“No começo, pedi aos professores que indicassem os alunos que mais se destacavam. Depois, os próprios alunos começaram a se interessar e pedir para participar”, relata Alexandrina.
As medalhas não tardaram a aparecer. Em 2014, a escola conquistou as três primeiras desde que passou a se inscrever na competição, em 2005. No ano seguinte, 2015, foram quatro; em 2016, cinco; e no ano passado, o número dobrou, chegando a dez medalhas (1 de prata e 9 de bronze). Em 2017, a Liege Gama Rocha obteve o maior número de medalhas entre as escolas da rede municipal e estadual, além das particulares.

A melhora no desempenho contagiou toda a escola, que, recentemente, passou a proporcionar aos alunos outra forma de se aprofundar em Matemática. Tornou-se participante do programa Polo Olímpico de Treinamento Intensivo (POTI), programa da OBMEP que oferece cursos gratuitos de Matemática para alunos do 8º e 9º anos do Fundamental e de qualquer ano do Ensino Médio. Como os medalhistas já participam do Programa de Iniciação Científica (PIC) oferecido pela OBMEP, com uma aula semanal com professores universitários, em Maceió, acabam disseminando entre os colegas a ideia de que é possível ir além por meio dos estudos.
OBMEP é aprendizado também para professor
Professor da Escola Liege Gama Rocha desde 2006, Antônio Gonçalves conta que, ao se deparar pela primeira vez com uma prova da OBMEP, sentiu dificuldade para resolver as questões. “Pensei que se acontecera comigo, a tendência era ocorrer o mesmo com meus alunos. Diante disso, fiquei preocupado e comecei a me aprofundar nos estudos”, conta.
Fácil não foi, admite. Até dominar o assunto, passou um ano debruçado sobre as questões aplicadas em todas as edições da OBMEP. “Ia dormir por volta de 1h, todos os dias. Pela manhã, aula; à tarde, Laboratório de Aprendizagem; à noite, estudava as questões até a madrugada”, diz, lembrando que, em casa, a rotina de dedicação total já dava o que falar.
O esforço deu resultado. Gonçalves mudou até mesmo sua metodologia de ensino. Por sua atuação em sala de aula e pelo desempenho dos alunos, foi premiado em 2015, 2016 e 2017 – este ano, virá ao Rio com outro professor de Alagoas, para receber o prêmio. “É gratificante, fruto de um longo trabalho. E todo mundo ganha com isso”, avalia.
Aos 14 anos, o aluno do 9º ano Edeilson Costa de Azevedo Filho já participou três vezes da OBMEP. Na estreia, não conquistou medalha. “Vi que precisava me dedicar mais. O professor Antônio Gonçalves me chamou para o Laboratório. Fui e, no ano seguinte, já ganhei bronze. Ano passado, fiquei assustado com a prova, mais complexa, mas estava estudando bastante e, por ter ganhado bronze, fazia o PIC. Acabei conquistando outro bronze.
Em casa, afirma, a Matemática não é unanimidade, mas todos festejaram as medalhas. “Meu pai não gosta muito de Matemática. Minha mãe é professora. Eu me esforço muito para alcançar meus objetivos. A OBMEP veio como um incentivo para realizar meus sonhos. Além disso, o PIC é tudo de bom. Lá temos professor com doutorado. Isso é um incentivo”, ressalta o estudante.
Aluno do 8º ano, Marcos Azevedo Inácio Júnior também participa do Laboratório de Aprendizagem e conquistou bronze no ano passado. Assim como Edeilson, tem compromisso aos sábados: seguir até a capital, para as aulas do PIC. “Você começa a ficar orgulhoso de você mesmo”, conta, sobre as conquistas na OBMEP.
Os resultados, salienta Alexandrina, têm trazido benefícios para toda a escola: “Os alunos que ganham medalhas fazem questão de dizer que todos têm essa capacidade. É só querer e ir atrás. Através da perseverança e de muito estudo. Agora estamos em busca do ouro!”, diz, otimista.
Fonte: http://www.obmep.org.br/destaques.DO?id=564, acesso em 12 de agosto de 2018.