terça-feira, 22 de setembro de 2015

Nutrição e Engenharia Ambietal UFAL estão entre os melhores do país em 2015.


Dois cursos de AL são destaque nos maiores rankings universitários do país; veja quais Publicado em 21 de Setembro de 2015 Apesar de usarem critérios e metodologias diferentes, dois dos maiores rankings universitários do país concordam ao menos em um aspecto: os cursos de Nutrição (Ufal) e Engenharia Ambiental (Ufal) são os melhores posicionados no Estado em comparação ao de seus pares no resto do país. No Guia do Estudante 2015, publicado pela Editora Abril (que chegará às bancas nos próximos dias), Nutrição e Engenharia Ambiental foram os dois únicos de Alagoas a receberem a pontuação máxima de 5 estrelas – classificação de excelente que nenhum curso do Estado obteve, por exemplo, no ano passado. Para corroborar a pontuação, o ranking universitário da Folha de S. Paulo divulgado semana passada, o RUF, também classificou os mesmos dois cursos da Ufal como os melhores posicionados em comparação ao de seus pares em outras universidades brasileiras. Enquanto o curso de Nutrição da Ufal foi apontado como o 15º melhor do país, o de Engenharia Ambiental da mesma universidade aparece como o 21º melhor do país. De acordo com o pró-reitor de Graduação da Ufal, Amauri Barros, o engajamento dos professores e dos alunos na melhoria dos respectivos cursos foi o grande responsável por alavancar a posição deles nos dois rankings nacionais. “Apesar dos rankings levarem em conta critérios como o de infraestrutura e projeto pedagógico, o que faz de fato a diferença é o esforço de professores, alunos e servidores na busca de padrões de qualidade que sejam reconhecidos nacionalmente, diz Amauri. O histórico recente do curso de Nutrição da Ufal, por exemplo, seria uma prova de quanto um esforço concentrado pode criar uma reviravolta na sua classificação nacional. Afinal, foi exatamente após ter atingido a decepcionante nota 2 no Enade em 2007 e 2010, que professores e alunos decidiram mudar o patamar do curso que alcançou nota 4 no Enade em 2013 e hoje está apontado entre os melhores do país.


Fonte: http://agendaa.tnh1.com.br/negocios/gente-e-gesto/4342/2015/09/21/dois-cursos-de-al-so-destaque-nos-maiores-rankings-universitarios-do-pais-veja-quais, acesso em 22 de setembro de 2015.
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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Olimpíada Brasileira de Matemática - 2ª fase - 2015 ocorre nesta sexta-feira (18/09)

Estudantes realizam a Segunda Fase da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) na sexta-feira (18)

Mais de 22 mil estudantes do ensino fundamental e médio devem participar da segunda fase do torneio. Universitários iniciam a primeira fase da competição.


Quem foi aprovado para a Segunda Fase da 37ª Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) deve fazer a prova na sexta-feira (18). De acordo com a coordenação do evento, a expectativa é que participem mais de 22 mil classificados do ensino fundamental e médio.

A prova da primeira fase dos níveis 1, 2 e 3, realizada no dia 12 de junho, esteve composta por questões de múltipla escolha e foi aplicada nas mesmas escolas. Cada instituição participante fez a correção das provas, com base nos gabaritos enviados pela coordenação da OBM, classificando os estudantes que obtiveram a quantidade mínima de acertos em cada nível. Nível 1: 9 acertos; Nível 2: 12 acertos e Nível 3: 10 acertos.

As avaliações da segunda fase serão aplicadas, em horário livre, novamente nas mesmas instituições onde os competidores estudam e terão uma duração de 4h30 em todos os níveis. Para os universitários se inicia a primeira etapa da competição.

Os exames dos níveis fundamental e médio são divididos em duas partes. A parte (A) contém questões objetivas, onde os alunos devem apenas assinalar as respostas corretas. Já a parte (B) é composta de questões discursivas, onde será necessário mostrar o raciocínio empregado em cada resolução. Para os universitários será aplicada uma prova contendo somente questões discursivas.

A correção dos exames será realizada pelos professores das instituições participantes, segundo o gabarito oficial, a ser publicado a partir da terça-feira (22), no site da OBM (www.obm.org.br).

Classificam para a terceira e última fase, os estudantes que atingirem a pontuação mínima exigida para cada um dos níveis, segundo o critério estabelecido com base nos resultados alcançados. As provas finais da 37ª OBM ocorrerão nos dias 17 e 18 de outubro. A divulgação dos resultados está prevista para dezembro.

Premiação
Além das medalhas e certificados, os estudantes vencedores serão convidados a participar da 19ª Semana Olímpica, evento que dá inicio ao processo de seleção para integrar as equipes que irão representar o Brasil nas diversas olimpíadas internacionais de matemática, as quais reúnem os melhores estudantes de cada país na área.

Sobre a OBM
Iniciada em 1979, a competição visa estimular o estudo da matemática, contribuir para a melhoria do ensino no país e identificar e apoiar estudantes com talento para a pesquisa científica.

A OBM é uma iniciativa conjunta do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Matemática (INCT-Mat).

Estas e outras informações sobre a competição estão disponíveis no site da OBM:www.obm.org.br


Informações:
Secretaria da Olimpíada Brasileira de Matemática
Tel: 21-25295077
e-mail: obm@impa.br


quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Premiação dos alunos medalhistas da OBMEP 2014.

Foi nesta quinta-feira a premiação dos medalhistas da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas 2014, que ocorreu no auditório do Palácio do Governo (Centro). Estavam presentes na solenidade, presidindo a mesa o Secretário da Educação e Vice Governador do Estado de Alagoas Luciano Barbosa, O Vice Reitor da Universidade Federal de Alagoas o Professor Doutor Amauri, o Vice Reitor do Ifal, o Coordenador Regional da OBMEP do Estado de Alagoas, o professor Adelaílson e representando os professores do Estado de Alagoas, o professor Adriano.

A cerimônia foi repleta de emoções por parte dos alunos, professores, pais e plateia presente. Começou com as premiações das escolas e finalizou com os medalhistas da OBMEP 2014.

A Escola Estadual Dr Fernandes Lima não podia ficar de fora, pois o aluno Demisson da Silva Barbosa recebeu a medalha de bronze, o que indica a 3ª colocação nacional para ele, das 63 medalhas de bronze que Alagoas recebeu. 
Aluno Demisson da Silva - 3º lugar nacional OBMEP.

Alagoas teve ainda quatro medalhas de prata, onde duas são do interior de Alagoas e duas da capital.

Estiveram presentes, para testemunhar a glória alcançada pelo aluno Demisson, a diretora da Escola Estadual Dr Fernandes Lima, Patrícia Tavares e o professor responsável pela OBMEP na escola, o professor Geraldo Ferreira.
Patrícia Tavares e Demisson da Silva.

Demisson da Silva e Geraldo Ferreira.

No momento da premiação, o aluno Demisson foi agraciado com a medalha colocada em seu pescoço pelo Professor Dr Amauri, Vice Reitor da Universidade Federal de Alagoas.



 Demisson, foi um dos medalhistas de um total de 18 milhões de alunos que fizeram as provas da OBMEP, números explicados pelo professor Adelaílson, Coordenador Regional da OBMEP em Alagoas.



Parabéns Demisson, a Escola Estadual Dr Fernandes Lima, professores e funcionários se orgulham de ter um aluno como você. Sucesso, pois sua carreira estudantil já é brilhante.

Que felicidade. Parabéns!




sábado, 29 de agosto de 2015

Superlua ocorre neste sábado. Aos românticos da astronomia: um espetáculo

29/08/2015 06h00 - Atualizado em 29/08/2015 06h00

Superlua ocorre neste sábado; saiba o que é e como observar

Fenômeno acontece quando lua cheia coincide com perigeu do satélite.
Perigeu é o momento em que a Lua está mais próxima da Terra.

Do G1, em São Paulo
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Casal observa a Superlua no Rio Misssouri, nos Estados Unidos (Foto: Charlie Riedel/AP)Casal observa superlua no Rio Misssouri, nos Estados Unidos, no ano passado (Foto: Charlie Riedel/AP)
Na noite deste sábado (29) será possível observar no céu o fenômeno conhecido como "superlua", que acontece quando ocorre uma lua cheia no período entre 24 horas antes ou depois de a lua atingir o perigeu (ponto mais próximo da Terra) de sua órbita. As informações são do astrônomoCassio Barbosa, do blog Observatório.
A órbita da Lua é elíptica, por isso a distância até nosso satélite natural varia. A menor distância até a Terra (chamada de perigeu) é bem diferente da maior distância (chamada de apogeu): o perigeu da Lua se dá por volta de 362.600 km da Terra e o apogeu, na média, por volta de 405.400 km.
Este ano haverá três superluas: em agosto, em setembro e em outubro. A primeira superlua, que tem o nome oficial de "lua do perigeu-sizígia", acontecerá neste sábado, dia 29. A Lua atinge sua fase de cheia 20 horas antes do perigeu.
"Toda vez que a Lua fica cheia perto do perigeu, ela parece 14% maior e até 30% mais brilhante. A diferença de tamanho não é tão perceptível, pois quando ela está alta no céu, não há nenhuma estrutura para comparação. Já a diferença de brilho é mais fácil de se notar", explica Cassio Barbosa. "Esse evento é um daqueles que não precisam de instrumento para apreciar, basta ir para um local aberto e olhar para a Lua."

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Vídeo motivador para os alunos classificados para OBMEP.

Para os alunos que farão a prova da 2ª fase da OBMEP 2015 em 12 de setembro vale a pena ver o vídeo sobre as experiências vividas por ex-alunos com histórico de premiação na OBMEP.


Acesse o link abaixo para ver o vídeo.


domingo, 23 de agosto de 2015

Relação dos Alunos Classificados para a OBMEP 2015 da Escola Estadual Dr Fernandes Lima

Foram 76 alunos classificados de um total de 1700 inscritos na primeira fase.
A 2ª fase da OBMEP 2015 ocorrerá no dia 12 de setembro (sábado) na Escola Afrânio Lages (CEPA). A preparação dos alunos será intensiva para obtermos um resultado digno da Escola Estadual Dr Fernandes Lima.





PARABÉNS A TODOS E VAMOS COM TUDO PARA A 2ª FASE.

PREPARAÇÃO INICIA NESTA SEGUNDA-FEIRA (24 DE AGOSTO).

Fonte: http://www.obmep.org.br/classificadosAlunosFase2.do?mecCode=27035948&x=0&y=0

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Asteroides Cybele podem ser migrantes

Com informações da Agência Fapesp -  

Asteroides Cybele
Na borda do cinturão principal de asteroides, entre as órbitas de Marte e Júpiter, há uma classe de objetos astronômicos chamada Cybele.
Essa classe de asteroides intriga os astrônomos por ter um baixo número de integrantes, a despeito de estar situada em uma região bastante estável do Sistema Solar, sem registro de grandes perturbações após as migrações planetárias.
Um grupo internacional de pesquisadores, coordenado por Valério Carruba, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Guaratinguetá, pode ter encontrado agora uma explicação para esse mistério.
Migração de Júpiter
"Nós mostramos, por meio de simulações numéricas, que asteroides como os Cybele, não podem ser primordiais, mas que chegaram à região onde estão hoje após o fim da última fases de migração planetária, durante o bombardeamento lunar tardio há, aproximadamente, 4 bilhões de anos [quando inúmeros asteroides impactaram a Terra e demais objetos do Sistema Solar]", disse Carruba.
"Isso poderia explicar porque há apenas 1,5 mil corpos Cybele conhecidos contra mais de meio milhão de objetos no cinturão principal de asteroides", afirmou.
Os pesquisadores fizeram as simulações numéricas da evolução dinâmica dos Cybele com base em cenários de migrações planetárias como o "salto de Júpiter".
Proposto por David Nesvorný, pesquisador do Instituto SRI, nos Estados Unidos, e um dos autores do artigo na MNRAS, o cenário de um "Júpiter saltante" - ou Júpiter pulante - estima que o planeta Júpiter se encontrou com um quinto planeta gigante e gasoso entre 3,8 e 4,2 bilhões de anos atrás. O choque teria feito com que o planeta gigante gasoso fosse ejetado e Júpiter "pulasse" para a região onde está localizado hoje.
Essa migração planetária fez com que toda a região onde a classe de asteroides Cybele está situada fosse afetada por uma série de ressonâncias de movimento médio entre corpos celestes - quando dois ou mais corpos em órbita exercem influência gravitacional um sobre o outro - que desestabilizaram e deixaram poucos objetos naquela área.
"Os objetos que estavam na atual região onde estão situados os asteroides Cybele hoje não poderiam ter sobrevivido a essa fase de migração planetária", afirmou Carruba. "Isso reforça nossa hipótese de que os objetos que estão hoje na região do Cybele chegaram muito depois dessa fase de migração planetária. Por isso são tão poucos em comparação com o número de objetos que há no cinturão principal de asteroides", estimou.
Asteroides Cybele
De acordo com o pesquisador, os objetos da classe Cybele são, em sua maioria, asteroides escuros, de baixa densidade e associados a grupos taxonômicos primitivos.
Muitos dos objetos são do tipo C - o tipo de asteroide mais comum -, com pouca capacidade de refletir luz, baixa densidade e associados a regiões mais externas do Sistema Solar.
"Os objetos do tipo C são menos evoluídos do ponto de vista químico e de composição e originam de corpos menos diferenciados ao longo de sua evolução", explicou Carruba.
Segundo o pesquisador, diversos asteroides binários e triplos - quando dois ou três asteroides companheiros possuem tamanhos similares - também foram identificados na região de Cybele. Entre eles o 87 Sylvia - um asteroide triplo associado com a família dinâmica de asteroides mais numerosa da região -, contou Carruba.
"Reidentificamos as famílias de asteroides na região do Cybele e conseguimos constatar, com algumas dúvidas, que uma nova família de asteroides, chamada Helga - proposta por um grupo de pesquisadores russos em 2014 -, é a que está situada mais longe na área do Cybele e pode ser o grupo mais externo do cinturão principal de asteroides", explicou. "Dessa forma, os Cybele podem se estender para mais longe do que se pensava."

Bibliografia:

Dynamical evolution of the Cybele asteroids
V. Carruba, D. Nesvorny, S. Aljbaae, M. E. Huaman
Monthly Notices of the Royal Astronomical Society
Vol.: 451 (1): 244-256
DOI: 10.1093/mnras/stv99