segunda-feira, 20 de julho de 2015

Astrônomos brasileiros descobrem Sistema Solar 2.0

Com informações do ESO - 16/07/2015

Astrônomos brasileiros descobrem Sistema Solar 2.0
Concepção artística do planeta gigante gasoso gêmeo de Júpiter em órbita de uma estrela gêmea do Sol, a HIP 11915.[Imagem: ESO/M. Kornmesser]
Semelhanças cósmicas
Uma equipe internacional liderada pelo astrônomo Jorge Melendez, professor no Instituto de Astronomia da USP, descobriu um planeta com uma massa muito semelhante à de Júpiter, em órbita de uma estrela semelhante ao Sol.
Embora já se tenham descoberto muitos planetas semelhantes a Júpiter, a uma variedade de distâncias de estrelas do tipo solar, o planeta agora descoberto, tanto em termos de massa como de distância à sua estrela hospedeira, e em termos de semelhança entre esta estrela e o nosso Sol, é o análogo mais preciso encontrado até agora do Sol e de Júpiter.
De acordo com as teorias atuais, a formação de planetas com a massa de Júpiter desempenha um papel importante na arquitetura dos sistemas planetários. A existência de um planeta com a mesma massa e numa órbita semelhante à de Júpiter em torno de uma estrela do tipo do Sol abre a possibilidade de que o sistema planetário em torno desta estrela seja semelhante ao nosso próprio Sistema Solar.
A estrela HIP 11915 tem aproximadamente a mesma idade que o Sol e uma composição química semelhante à do Sol, o que sugere que possam existir também planetas rochosos em órbitas mais próximas da estrela.
Até agora, os rastreios de exoplanetas têm sido mais sensíveis a sistemas planetários que são povoados nas suas regiões mais internas por planetas muito grandes, com massas de, no mínimo, algumas vezes a massa da Terra. Isto contrasta com o Sistema Solar, onde existem pequenos planetas rochosos nas regiões interiores e gigantes gasosos, como Júpiter, mais para o exterior.
De acordo com as teorias mais recentes, a arquitetura do Sistema Solar, propícia ao desenvolvimento da vida como a conhecemos, foi possível graças à presença de Júpiter e da sua influência gravitacional exercida no Sistema Solar durante a fase da sua formação.
Isto leva a crer que encontrar um planeta gêmeo de Júpiter é um marco importante na busca de um sistema planetário que seja semelhante ao nosso.
Terra 2.0 e Sistema Solar 2.0
A equipe liderada pelos brasileiros vinha observando estrelas do tipo do Sol numa tentativa de encontrar um sistema planetário semelhante ao nosso.
"A procura de uma Terra 2.0 e de um Sistema Solar 2.0 completo é um dos esforços mais excitantes da astronomia. Estamos muito entusiasmados por fazer parte desta investigação de vanguarda, tornada possível pelas infraestruturas observacionais disponibilizadas pelo ESO [Observatório Europeu do Sul]," disse Jorge Melendez - o Brasil é sócio do Observatório Europeu do Sul.
A hospedeira do planeta, a gêmea solar HIP 11915, não é apenas semelhante ao Sol em termos de massa, mas tem também aproximadamente a mesma idade. Fortalecendo ainda mais as similaridades, a composição desta estrela é semelhante à do Sol. A assinatura química do nosso Sol pode estar parcialmente marcada pela presença de planetas rochosos no Sistema Solar, o que indica a possibilidade da existência de planetas rochosos em torno da HIP 11915, que ainda deverão ser localizados.
As atuais técnicas de detecção são mais sensíveis a planetas grandes ou massivos situados próximo das suas estrelas hospedeiras. Planetas pequenos e de pequena massa estão, na maioria dos casos, além das nossas atuais capacidades de detecção.
Planetas gigantes que possuem órbitas mais afastadas das suas estrelas são também mais difíceis de detectar. Consequentemente, muitos dos exoplanetas que conhecemos atualmente são enormes e/ou massivos, e situam-se próximo das suas estrelas progenitoras.
Bibliografia:

The Solar Twin Planet Search II. A Jupiter twin around a solar twin
M. Bedell1, J. Meléndez, J. L. Bean, I. Ramírez, M. Asplund, A. Alves-Brito, L. Casagrande, S. Dreizler, T. Monroe, L. Spina, M. Tucci Maia
Astronomy and Astrophysics
http://www.eso.org/public/archives/releases/sciencepapers/eso1529/eso1529a.pdf

domingo, 28 de junho de 2015

Nova vídeo-aula sobre Energia Mecânica

Vídeo aula sobre as formas de Energia Mecânica estudadas na Física da 1ª série do Ensino Médio. Vale a pena o investimento em video-aulas como essa para o desenvolvimento de sua aprendizagem.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Alunos do Colégio Anchieta irão para a 2ª fase da OBF 2015

Saiu a relação dos classificados para a segunda fase da Olimpíada Brasileira de Física 2015. Os alunos do Colégio Anchieta confirmaram sua presença para a 2ª fase. Confira a lista abaixo.


terça-feira, 23 de junho de 2015

PROJETO CULTURAL FERNANDES LIMA

Neste mês de junho, ocorreu, na Escola Estadual Dr Fernandes Lima, o Projeto Cultural sobre o meio ambiente. Todo o trabalho montado pelos alunos foram expostos em uma semana de culminância. Verifique o resultado de uma das turmas.












Todos os materiais tiveram a criatividade e elaboração dos alunos que foram orientados pela professora Patrícia (História) e pelo professor Geraldo Ferreira (Matemática).



sexta-feira, 19 de junho de 2015

Equipe do Ifal embarca para Bulgária após medalha de ouro na Olimpíada Matemática sem Fronteiras





Uma medalha de ouro, duas de prata, uma de bronze e três menções honrosas: esse é o saldo final do Instituto Federal de Alagoas (Ifal), representado pelos câmpus Maceió, Maragogi e Arapiraca, na Olimpíada Matemática sem Fronteiras. A prova foi realizada no dia 10 de abril em vários países e o resultado foi divulgado esta semana.
A olimpíada envolve instituições de ensino públicas e particulares de todo o mundo e o câmpus Maceió foi a única escola de Alagoas que ficou nas primeiras colocações. Representando o estado, o Ifal Maceió e o Ifal Arapiraca foram os únicos que conquistaram medalhas de ouro e prata na olimpíada. “Isso significa que a educação vem diminuindo os índices de miséria em Alagoas e trazendo bons frutos para os nossos jovens”, ressaltou a diretora-geral do Ifal Maceió, Jeane Melo.
O câmpus conquistou uma medalha de ouro e outra de prata na olimpíada e uma equipe de 5 alunos embarca para Bulgária no dia 03 de julho a fim de participar da Olimpíada Internacional de Matemática. Lá, eles terão a missão de participar de um torneio de questões em equipe. Arapiraca ficou com uma medalha de prata e duas menções honrosas, já as equipes de Maragogi conquistaram uma medalha de bronze e uma menção honrosa.
A competição é realizada de forma coletiva, sendo que cada sala é uma equipe, conforme explica o professor do câmpus Maragogi Teófilo Viturino. A prova possui 13 questões e uma delas é elaborada e respondida em língua estrangeira. O docente acredita que a participação no evento produz efeitos positivos sobre a qualidade do ensino da Matemática “uma vez que estimula o trabalho em equipe, oportuniza a resolução de problemas abertos e racionaliza a distribuição do tempo”.
A Olimpíada Internacional Matemática sem Fronteiras foi criada em 1990 pela Academia de Estrasburgo, França, com o objetivo de estimular o interesse dos estudantes para a Matemática. Este ano, em sua 5ª edição no Brasil, participaram mais de 1.654 classes de 460 escolas de 23 estados, além do Distrito Federal, totalizando mais de 30 mil estudantes de escolas públicas e privadas do 4º ano do Ensino Fundamental à 3ª série do Ensino Médio. Ao todo, 61 classes foram premiadas com medalhas de ouro, 134 com prata, 220 com bronze e 97 classes receberam menção honrosa.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Impacto ambiental pela construção da Av Pierre Chalita

Os alunos da Escola Estadual Dr Fernandes Lima tiveram uma aula prática vivenciado o ambiente que eles moram, observando o impacto causado pela evolução da cidade no meio ambiente.



Apesar do benefício notório da Avenida Pierre Chalita, eles puderam observar que o resultado do mal planejamento de sua construção são intrigantes, devido ao assoreamento ocorrido em um dos rios que margeiam a pista e a devastação da mata local.







quinta-feira, 2 de abril de 2015

Movimentos Verticais

Dando continuidade ao estudo do Movimento Uniformemente Variado, iremos analisar os movimentos verticais que ocorrem na Física, dentro da área da Mecânica.