terça-feira, 17 de junho de 2014

Classificados para 2ª fase OBF 2014

Saiu o resultado dos classificados para a 2ª fase da Olimpíada Brasileira de Física 2014. Confira se você do Colégio Anchieta - unidade Maceió irá participar da 2ª fase.

Devido ao grande número de questões anuladas, a nota de corte diminuiu esse ano.
Pontuação para a 2ª fase da OBF 2014
Os estudantes que atingiram, na Prova da 1ª Fase, o número de pontos indicado abaixo estão automaticamente inscritos para a 2ª Fase da OBF 2014:

» 8º ano: 6 (SEIS) pontos – Ensino Fundamental (NÍVEL I)
» 9º ano: 7 (SETE) pontos – Ensino Fundamental (NÍVEL I)

» 1ª série: 7 (SETE) pontos– Ensino Médio (NÍVEL II)
» 2ª série: 7 (SETE) pontos– Ensino Médio (NÍVEL II)
» 3ª e 4séries: 8 (OITO) pontos– Ensino Médio/Ensino Técnico (NÍVEL III)
Fonte: http://www.sbfisica.org.br/v1/olimpiada/, acesso em 17 de junho de 2014.

A prova da 2ª fase será 09 de agosto (sábado) em um horário a ser definido pela coordenação estadual.

sábado, 31 de maio de 2014

Ufal tem seis novos cursos com início em agosto

Cursos serão inaugurados em Rio Largo, Penedo e Maceió; a nota do Enem 2013 servirá para concorrer às vagas
30 de Maio de 2014
Ufal tem seis novos cursos com início em agosto
Amauri Barros comunica as novidades
Pedro Barros - estudante de jornalismo
A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) está se preparando para receber os alunos dos seis novos cursos que terão início em agosto. Agroecologia, Engenharia Florestal, Engenharia de Energias Renováveis, Sistemas de Informação, Ciências Biológicas - Licenciatura e Letras - Libras [Língua Brasileira de Sinais] - Licenciatura totalizam um acréscimo de 220 vagas no ensino superior de Alagoas. As notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) realizado em 2013 servirão para ingresso em todas essasgraduações, exceto a licenciatura em Letras - Libras.
O Centro de Ciências Agrárias (Ceca), que em breve se tornará um novo campus da Ufal, em Rio Largo, receberá 80 vagas a mais a partir do próximo semestre. Os cursos de Agroecologia e Engenharia Florestal terão 25 vagas, cada um, e Engenharia de Energias Renováveis, 30. O objetivo é colaborar com o desenvolvimento sustentável através da formação de profissionais da própria região e do conhecimento desenvolvido na academia. "Esses cursos chegam para atender demandas da sociedade. Os cursos do Ceca, por exemplo, apontam para novos horizontes, como a agricultura sustentável, novas fontes de energia. O cenário de Alagoas está mudando e a monocultura de cana-açúcar começa a perder espaço", falou o pró-reitor de graduação, Amauri Barros.
Ligada ao Campus Arapiraca, a Unidade Educacional de Penedo receberá os cursos de Ciências Biológicas - Licenciatura e bacharelado em Sistemas de Informação, cada um com 50 vagas. Com eles, a cidade passa a sediar quatro cursos, junto com Turismo e Engenharia de Pesca. "Estamos contratando os servidores docentes e técnico-administrativos e a infra-estrutura está sendo organizada. Já são seis novos professores para Penedo, nove para o Ceca e quatro para a Faculdade de Letras", explicou Amauri.
As pessoas que desejam estudar na Ufal devem ficar atentos. Segundo o pró-reitor, as inscrições para o semestre 2014.2 no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que utiliza as notas do Enem para selecionar os candidatos, deverão começar na primeira quinzena de junho.O projeto pedagógico das graduações já está disponível no Portal do Estudante 
Letras - Libras
Em Maceió, o novo curso de Letras - Libras - Licenciatura é o único que não vai receber candidatos provenientes do Sisu. Para ingressar nele, o interessado deverá passar pelo vestibular organizado pelo Núcleo Executivo de Processos Seletivos (NEPS), antiga Copeve, cujas inscrições vão até o dia 19 de junho. Das vinte vagas, a maior parte será destinada a pessoas com deficiência auditiva. O curso também requer conhecimentos prévios da língua de sinais e parte da prova será realizada nessa linguagem.

terça-feira, 27 de maio de 2014

OBMEP na Escola Estadual Dr Fernandes Lima

Nesta terça feira (27/05/2014) ocorreu na Escola Estadual Dr Fernandes Lima a 10ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas. O Evento ocorreu nos três horários e tivemos uma participação recorde, com mais de 1 700 alunos inscritos para a 1ª fase.

A escola a cada ano se supera. Em 2012, a escola foi Menção Honrosa nível 2 com o aluno Estevão Lima. Em 2013, tivemos três premiados com os Alunos Andrew Adriano (Medalha de Bronze nível 1), Alisson Lopes (Menção Honrosa nível 2) e Abelardo Neto (Menção Honrosa nível 3).

Esse ano, os alunos tiveram preparação desde março. Os professores esperam uma melhor classificação da escola no Ranking Nacional.




quarta-feira, 23 de abril de 2014

"Gelo de fogo": fonte de energia ou de preocupação?

Meio ambiente

"Gelo de fogo": fonte de energia ou de preocupação?

Com informações da BBC - 23/04/2014

O metano hidratado fica abaixo de muitas camadas de gelo ou no fundo do mar. [Imagem: USGS]
É cada vez maior o esforço em busca de alternativas aos hidrocarbonetos tradicionais - petróleo, carvão e gás natural - seja porque eles são poluentes, seja porque sua extração tem-se tornado mais difícil.
Um substituto potencial que vem ganhando atenção é o hidrato de metano, encontrado em enormes quantidades sob o permafrost - o solo gelado do Ártico - ou os leitos dos oceanos.
Porém, apesar de potencialmente menos poluente que petróleo e carvão, sua extração apresenta enormes riscos ambientais.
Gás hidratado
Conhecido como "gelo que arde", o hidrato de metano - mais rigorosamente um clatrato de metano (CH4*5.75H2O) - é constituído por cristais de gelo com gás preso em seu interior.
Esses cristais são formados a partir de uma combinação de temperaturas baixas e pressão elevada e são encontrados no limite das plataformas continentais, onde o leito marinho entra em súbito declive até chegar ao fundo do oceano.
Ao reduzir a pressão ou elevar a temperatura, a substância simplesmente se quebra em água e metano - muito metano.
Um metro cúbico do composto libera cerca de 160 metros cúbicos de gás, o que o torna uma fonte de energia altamente intensiva. Por causa disso, da sua oferta abundante e da relativa facilidade para liberar o metano, um número grande de governos está cada vez mais animado com essa nova fonte de energia.
Acredita-se que as reservas dessa substância sejam gigantescas - a estimativa é de que haja mais energia armazenada em hidrato de metano do que na soma de todo petróleo, gás e carvão do mundo.
Extração do gás hidratado
O problema, porém, é extrair o hidrato de metano. Além do desafio de alcançá-lo no fundo do mar, operando sob altíssima pressão e baixa temperatura, há o risco grave de desestabilizar o leito marinho, provocando deslizamentos.
Uma ameaça ainda mais grave é o potencial escape do metano. Extrair o gás de uma área localizada não é tão complicado, mas prevenir que o gás hidratado se quebre e libere o metano no entorno é mais difícil.
E isso tem consequências sérias para o aquecimento global - estudos recentes sugerem que o metano é 30 vezes mais forte que o CO2 em termos de efeito estufa.
Por causa desses desafios técnicos, ainda não há escala comercial de produção de hidrato de metano em qualquer lugar do mundo.
Mas alguns países estão chegando perto.

Esses cristais são formados a partir de uma combinação de temperaturas baixas e pressão elevada. [Imagem: Wikipedia/Wusel007]
Experimentos tímidos
Os Estados Unidos, o Canadá e o Japão já investiram milhões de dólares em pesquisa e já realizam alguns testes.
Os Estados Unidos lançaram um programa de pesquisa e desenvolvimento nacional já em 1982 e, em 1995, tinham terminado a sua avaliação dos recursos disponíveis do gás de hidratos no país. Desde então, têm realizado projetos-piloto na costa da Carolina do Sul, no norte do Alasca e no Golfo do México. Cinco ainda estão em execução.
Os experimentos mais bem-sucedidos ocorreram no Alasca em 2012 e na costa central do Japão em 2013, quando, pela primeira vez, a extração de gás natural a partir de hidrato de metano no mar teve êxito.
Maior importador de gás do mundo, o interesse do Japão é óbvio, embora o orçamento anual do país para pesquisa na área é relativamente baixo - US$ 120 milhões (cerca de R$ 270 milhões) - embora o governo fale em produzir hidrato de metano em escala comercial no fim desta década.
A China e a Índia, com demandas enormes por energia, continuam tímidos em seus esforços para explorar o recurso.
Assim, mesmo os especialistas parecem céticos, sobretudo levando em conta a concorrência da indústria petrolífera e das enormes reservas de gás e petróleo de vários dos países que poderiam capitanear os esforços de extração do hidrato de metano.
O fato é que a Agência Internacional de Energia (IEA) ainda não inclui o gás hidratado nas suas projeções globais de energia para os próximos 20 anos.
Riscos ambientais
Mais preocupados estão os ambientalistas.
Se essa nova fonte de energia for explorada, o que parece provável no futuro, as implicações ambientais podem ser extensas.
Apesar de ser menos poluente que o carvão ou o petróleo, o gás hidratado continua sendo um hidrocarboneto e, portanto, emite CO2. E há ainda o risco mais sério da liberação direta de metano na atmosfera.
Alguns argumentam, porém, que pode não haver alternativa, na medida em que o aumento da temperatura global pode provocar a liberação do gás naturalmente, devido ao aquecimento dos oceanos e ao eventual derretimento das calotas polares.
Se essas prospectivas ambientalistas estiverem corretas, a decisão futura poderá ficar entre escolher explorar o gás hidratado ou deixá-lo vazar na atmosfera.

sábado, 12 de abril de 2014

Descoberto planeta-anão: pode existir mais um planeta gigante no Sistema Solar

Redação do Site Inovação Tecnológica - 27/03/2014
Novo planeta-anão dá pista de planeta gigante distante
Os novos dados mostram que ainda estamos muito longe de conhecer integralmente o nosso Sistema Solar. [Imagem: Scott Sheppard/Chad Trujillo]
Fronteiras do Sistema Solar
A fronteira do Sistema Solar mudou de novo.
Astrônomos acabam de identificar mais um planeta-anão, temporariamente batizado de 2012 VP113.
Mas esta não é a parte mais interessante da descoberta.
O pequeno 2012 VP113 parece indicar a existência de um nono planeta no Sistema Solar, um gigante com eventualmente 10 vezes a massa da Terra e ainda mais distante.
Se é o Planeta X que a NASA anda procurando é algo que terá que esperar até que ele seja observado diretamente. Por enquanto, os astrônomos estão deduzindo sua existência por sua influência sobre a órbita do novo planeta-anão agora observado.
Até onde se conhece
O Sistema Solar conhecido pode ser dividido em três partes: os planetas rochosos como a Terra, que estão perto do Sol, os planetas gigantes gasosos, que estão mais distantes, e objetos congelados do cinturão de Kuiper, que se encontram um pouco além da órbita de Netuno.
Além deles, só se conhecia de forma direta até agora um objeto, chamado Sedna. Mas o recém-descoberto 2012 VP113 tem uma órbita além de Sedna, tornando-se o corpo celeste conhecido mais distante no Sistema Solar.
Isto mostra que, ao contrário do que se acreditava, Sedna não é único, e os dois planetas-anões podem ser apenas os primeiros identificados de uma nova população de corpos celestes muito afastados do Sol.
As teorias indicam que, ainda mais distante, existe uma região que passou a ser conhecida como Nuvem de Oort, que seria repleta de corpos celestes pequenos, de onde se originariam os cometas.
Novo planeta-anão dá pista de planeta gigante distante
Três imagens, coletadas com duas horas de diferença, foram sobrepostas para mostrar o movimento do 2012 VP113. Ele foi colorido artificialmente de vermelho na primeira imagem, verde na segunda e azul na terceira. [Imagem: Scott Sheppard/Chad Trujillo]
Planeta desconhecido
O 2012 VP113 está tão distante que a parte mais próxima de sua órbita o traz a 80 unidades astronômicas (au) do Sol - umaunidade astronômica equivale à distância da Terra ao Sol.
Para comparação, os planetas rochosos ficam entre 0,39 e 4,2 au do Sol, os gigantes gasosos entre 5 e 30 au, e o Cinturão de Kuiper, que inclui Plutão, fica entre 30 e 50 au. Sedna, o corpo celeste mais distante conhecido até agora fica a 75 au.
No ponto mais distante de suas órbitas, contudo, tanto Sedna quanto 2012 VP113 distanciam-se a centenas de unidades astronômicas do Sol.
O formato de suas órbitas indica que eles devem sofrer a influência de um outro corpo celeste de grande massa, já que eles estão longe demais para sofrerem a influência da gravidade dos planetas conhecidos.
Os astrônomos sugerem que pode ser uma "Super Terra", ou mesmo um planeta ainda maior, dependendo de sua distância, ainda por ser descoberto.
Muito a se descobrir
Segundo os descobridores do novo planeta-anão, os dados que levaram à descoberta do 2012 VP113 indicam que pode haver 900 objetos semelhantes com dimensões acima dos 1.000 km de diâmetro, e que a população da Nuvem de Oort "interna" poderia ser maior do que a do Cinturão de Kuiper e do cinturão principal de asteroides, entre Marte e Júpiter.
"Alguns desses objetos da Nuvem de Oort interna poderiam rivalizar em tamanho com Marte e mesmo com a Terra. Isto porque muitos deles estão tão distantes que mesmo os maiores têm um brilho muito tênue para serem detectados com a tecnologia atual," disse Scott Sheppard, que descobriu o novo planeta-anão juntamente com seu colega Chadwick Trujillo.
Bibliografia:

A Sedna-like body with a perihelion of 80 astronomical units
Chadwick A. Trujillo, Scott S. Sheppard
Nature
Vol.: 507, 471-474
DOI: 10.1038/nature13156
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=novo-planeta-anao-pista-planeta-gigante-distante&id=020130140327#.U0nzzPldWSo, acesso em 12/04/2014.

terça-feira, 18 de março de 2014

Detecção de ondas gravitacionais reforça teoria do Big Bang


Com informações do CFA/Harvard - 18/03/2014
Detecção de ondas gravitacionais reforça teoria do Big Bang
Somente as ondas gravitacionais que percorreram o espaço durante a inflação cósmica poderiam ter deixado estas marcas, garantem os pesquisadores.[Imagem: BICEP2 Collaboration]
Inflação cósmica
Quase 14 bilhões de anos atrás, o Universo explodiu em existência em um evento extraordinário chamado Big Bang.
Na primeira fração de segundo, ele expandiu-se exponencialmente, dobrando de tamanho 60 vezes em 10-32segundo - um evento chamado inflação cósmica.
Tudo isso, é claro, era apenas teoria - até agora.
Pesquisadores do observatório BICEP2, um radiotelescópio instalado no Pólo Sul, afirmam ter encontrado a "primeira evidência direta" para essa inflação cósmica.
Os resultados não foram ainda publicados em uma revista científica, só tendo sido avaliados pela própria equipe.
Mas, se estiverem corretos, são históricos, representando muito mais do que um embasamento para a teoria da inflação cósmica.
Os dados também representam a primeira demonstração de que as ondas gravitacionais realmente existem. Essas ondulações do espaço-tempo foram previstas por Albert Einstein, mas nunca detectadas até agora.
Finalmente, os dados confirmam uma profunda conexão entre a mecânica quântica e a relatividade geral.
Isto porque, como a inflação cósmica é um fenômeno quântico, o fato de que ela tenha produzido ondas gravitacionais é uma demonstração de que a gravidade tem uma natureza quântica, da mesma forma que as demais forças da natureza.
"Detectar este sinal é um dos objetivos mais importantes da cosmologia atual. Um monte de trabalho, feito por um monte de gente, nos levou a este ponto," disse John Kovac, do Centro Harvard-Smithsoniano de Astrofísica, coordenador da colaboração BICEP2.
Detecção de ondas gravitacionais reforça teoria do Big Bang
O radiotelescópio Bicep (direita), ao lado do Telescópio do Pólo Sul (esquerda). [Imagem: Dana Hrubes]
Ondas gravitacionais
Os resultados foram obtidos a partir de observações da radiação cósmica de fundo feitas pelo radiotelescópio BICEP2.
A radiação cósmica de fundo (ou CMB, sigla de Cosmic Microwave Background) é um brilho fraco na faixa de micro-ondas que é tido como o eco do Big Bang.
Minúsculas flutuações nesse brilho primordial fornecem pistas para as condições existentes no Universo primitivo.
Por exemplo, pequenas diferenças de temperatura ao longo do céu, expressas como variações na radiação cósmica de fundo, mostram onde as partes do universo eram mais densas, eventualmente condensando em galáxias e aglomerados galácticos.
Como a radiação cósmica de fundo é uma forma de luz, ela exibe todas as propriedades da luz, incluindo a polarização.
Na Terra, a luz solar é dispersa pela atmosfera e torna-se polarizada, e as pessoas então usam óculos polarizados para reduzir o brilho. No espaço, a radiação cósmica de fundo foi dispersada por átomos e elétrons, igualmente adquirindo uma polarização.
"Nossa equipe procurou um tipo especial de polarização chamada 'modos-B', que representa uma torção ou padrão 'enroscado' nas orientações polarizadas da luz primordial," explicou Jamie Bock, membro da equipe.
As ondas gravitacionais espremem o espaço conforme viajam, e essa compressão produz um padrão distinto na radiação cósmica de fundo. Além disso, as ondas gravitacionais têm lateralidade, o que significa que podem ter polarização para a esquerda ou para a direita.
Desta forma, somente as ondas gravitacionais que percorreram o espaço durante a inflação cósmica poderiam ter deixado as marcas que os pesquisadores detectaram agora.
"O padrão de modo B em formato de redemoinho é uma assinatura única das ondas gravitacionais por causa da sua lateralidade. Esta é a primeira imagem direta de ondas gravitacionais no céu primordial," garante Chao-Lin Kuo, também membro da equipe.
A equipe diz ter ficado surpresa ao detectar um sinal de polarização de modo B consideravelmente mais forte do que as teorias indicavam.
Outra surpresa foi o resultado ter vindo de um telescópio terrestre, e não dotelescópio espacial Planck, que foi lançado justamente para procurar por esses sinais.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Sinteal cobra Governo do Estado e denuncia “política de desvalorização” contra a educação

30/01/2014
Publicado em Notícias

 
Diretoras/es do Sinteal participaram, na tarde/noite desta 3ª feira (28/01), de uma audiência com o governador e com a secretária de Estado da Educação, onde ficou, infelizmente,  mais uma vez demonstrada a falta de compromisso do Executivo estadual em relação ao cumprimento dos diversos “pontos pendentes” da pauta de reivindicações de 2013:
  • Realinhamento da carreira (PCC do magistério);
  • Revitalização da previdência pública estadual;
  • Pagamento do rateio sem desconto da previdência;
  • Retomada do curso Profuncionário, e
  • Aplicação imediata de 1/3 de hora-atividade (cumprindo a Lei nº 11.738/2008 – Piso do Magistério).
Após 01 (um) ano de espera e adiamentos da parte do governo, a audiência serviu para reafirmar a posição do governo estadual em relação à educação e seus servidores e servidoras, não satisfeito, o governador vê a “necessidade” de fazer mais um “estudo” sobre as questões apresentadas pelo Sinteal.
O limite de paciência da categoria e do Sinteal esgotou porque são inúmeras as pendências que o governo insiste vergonhosamente em não ver. Ninguém aqui está ‘brincando de educação’. O governo estadual precisa se orientar e entender que Alagoas, hoje em dia, nacionalmente e internacionalmente falando, virou sinônimo de caos, violência e índices sociais humilhantes, vergonhosos e aviltantes. A categoria e o Sinteal reafirmam sua luta contra esta famigerada política de desvalorização empregada contra a educação”, afirmou a presidenta do Sinteal, professora Consuelo Correia, logo após sair da audiência.
Consuelo alertou que, entre outras pendências, o Sinteal cobra a aplicação do 1/3 da hora-atividade e do piso nacional (esta última como referência para a carreira do magistério), além de uma decisão política de governo para capitalizar e revitalizar a previdência pública estadual e a retomada do curso Profuncionário.
Rateio
         Em relação ao chamado ‘rateio’ das “sobras” do Fundeb, na audiência, o governador confirmou o pagamento até o próximo dia 31/01 (6ª feira). ATENÇÃO: se for detectado odesconto da previdência – como já denunciamos publicamente – o Sinteal imediatamente entrará com ação judicial para corrigir esta irregularidade.
1/3 Hora-Atividade
Embora a categoria junto ao Sinteal, já tenha deliberado no último congresso da entidade, referendando na assembleia a decisão de só assumir os 2/3 de horas com os educandos, a Secretaria insiste em discutir formas de aplicação de um direito garantido desde agosto de 2011.
Vale ressaltar, que o governador do estado, em atividade pública, com a categoria, divulgou como conquista da educação a aplicação da lei.
Próxima audiência
Já está marcada para o próximo dia 17/02 (2ª feira) uma nova audiência do Sinteal com o governador, para conhecer, definitivamente, a posição do Executivo estadual quanto aos pontos pendentes da pauta da educação, entre outros o posicionamento quanto ao estudo já feito e entregue ao governo sobre o realinhamento da carreira (tabela) do magistério.
Assembleia de luta
         O Sinteal convoca os/as trabalhadores/as em educação da rede estadual para uma nova assembleia geral de luta, a ser realizada na próxima 3ª feira (04/02), às09h00, em sua sede, no bairro do Mutange. Na oportunidade, além dos informes gerais, será repassado o teor da audiência mantida com o governo estadual e tirado os próximos encaminhamentos de luta da categoria.